quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Não à MP 557/2011! Em defesa da vida das mulheres!
sábado, 24 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
BomBril patrocinadora oficial do Futebol Feminino?
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Formação Amanhã!
Data: 10/12/11
Horário: 14 h
Local: Sindicato dos bancários.
Aguardamos todas.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Diálogos Feministas
No Lago – Olha, cabôca, finalmente deu tudo certo com mocinha lá na Santa Casa, ela fez o procedimento, tá um pouco fraquinha, mas passa bem, voltou pra casa dela, espero que aquele um “amigo” não a procure, porque de todo o aparato que chamam de aquelas coisas... “o Estado defende” ninguém ofereceu segurança pra ela, não.
Entre as Torres e o Aleixo - As delegacias da mulher, as casas-abrigo, os centros de acolhimento, a Lei Maria da Penha, bem como as promotorias de violência doméstica e setores especializados em violência contra a mulher em defensorias públicas, são conquistas dos movimentos de mulheres/feministas.
Essas vitórias decorrem de anos de uma luta que, entre outras palavras de ordem, tinha como lema “o pessoal é político”, ou seja, a esfera privada e a família são lugares onde fluem relações (desiguais) de poder, a sociedade e o Estado, devem olhar para isso, a fim de ajudar na instauração do paradigma da igualdade. Para tanto, durante muitos anos – e ainda hoje, com menor intensidade – foi estratégia feminista denunciar os casos de violência contra a mulher que, ou eram abafados como “problema de família”, ou tinham seus algozes absolvidos pelo argumento da “legítima defesa da honra.”
Além disso, as mulheres, na falta de políticas públicas, começaram a criar redes próprias para amparar aquelas em situação de violência. Nesse contexto, ficaram conhecidos os SOS –Mulher, principalmente o de São Paulo, que nada mais eram que a aglutinação de movimentos feministas, que captavam ( poucos) recursos públicos, criando um centro que recebia/acolhia mulheres que estavam sofrendo violência. Porém, tais centros funcionaram durante poucos anos, e devido a diversos problemas (com o financiamento e com os movimentos), fecharam as portas.
No Lago – Sim senhora, não descordo a merecendência do movimento social feminista, e esta é uma luta que ainda não acabou, mas quero mesmo é te contar, que na situação da dona coisinha lá (que eu não posso caguetar o nome), tudo se resolveu depois de imprensarem a moça contra parede umas tantas vezes durante a madrugada de internação, rolou a maior desconfiança, mana: off course que a moça tava só & zinha, e neste caso eu também. Explico: Tu te lembras, Aleixo, que noutro dia eu mesmíssima, tu, mais aquelazinha Luana, a Leila e um montão de mulheres fomos lá na Avenida Presidente Vargas? (vê, nome inglório pra uma rua tão importante que abrigou nossa Marcha das Vadias, tá vendo? Vai anotando aí!). Isso é movimento social feminista, né? Pois é, como eu tava só com minha filha de 4 aninhos, não podia acompanha-la no hospital, mana, eu fiquei doida, procurei essas mulheres que fizeram uma linda passeata, e todas estavam ocupadas(numa sexta-feira a noite, né), teve gente até que se justificou pra mim com a tala da desconfiança se era ou não real a conversa da companheira, e teve gente que conseguiu me dizer que não achava legal ir porque era um assunto particular dela. Ah, eu falo é mesmo!!! E olha que o caso foi estupro, baby.
Entre as Torres e o Aleixo - A professora Maria Filomena Gregori, no seu famoso estudo Cenas e Queixas – um estudo sobre mulheres, relações violentas e a prática feminista, pôde acompanhar os atendimentos feitos no SOS- Mulher de São Paulo até a sua reunião final e identificou, entre outras coisas, que o medo de parecerem, nas palavras das militantes, “assistencialistas”, fazia com que não amparassem devidamente muitas mulheres que procuravam ajuda. Segundo Gregori, o que parecia ser mais importante para as feministas do SOS- Mulher paulista era que as mulheres “tomassem consciência de sua opressão” e com isso saíssem das relações violentas nas quais estavam inseridas.
Ora, o que a vida real mostrou era que nem todas estavam dispostas a lutar por igualdade, a se tornarem feministas e romperem com uma série de barreiras e estereótipos colocados às mulheres: queriam apenas parar de sofrer violência. Para isso, infelizmente, as feministas não estavam ajudando tanto, de acordo com as reflexões de Gregori.
No Lago – Repito, foi estupro. E nem feministas de carteirinha, nem redes de contato in_formal, nem polícia, nem Maria do Pará, nem a família. NINGUÉM!!! Mas tá bem, continue...
Entre as Torres e o Aleixo - Após o “período dos SOS” o que se viu foi boa parte do movimento feminista saindo das ruas e indo formular/influenciar políticas púbicas. A tática parece render frutos até os dias atuais, uma vez que a Lei Maria da Penha fez cinco anos de vigência há poucos meses. No estado do Pará, por exemplo, há dez delegacias da mulher, há o Centro Maria do Pará, responsável por oferecer apoio psicológico, pedagógico e jurídico às mulheres em situação de violência e é presente em mais quatro municípios além da capital.
No Lago – Aqui fala alguém que trabalhou no Maria do Pará, aliás, alguém, parte da equipe que inaugurou o primeiro ano de trabalho naquela casa, no nosso tempo, não tinha verba pra pirotecnias vanglorísticas, mas a gente nunca deixou nenhuma mulher se lascar sozinha, antes pelo contrário...
Entre as Torres e o Aleixo - Poderiam ser listadas muitas outras políticas, mas o que importa é que o fato de elas existirem e serem executadas mostra que o Estado e, por conseguinte, a sociedade, reconheceram que a violência contra a mulher é um problema sério, que atinge a dignidade de todas nós e deve ser resolvido. Ou seja, é uma vitória das mulheres!
No Lago - Esta vitória conseguida após mais de 100 anos de feminismo, mas vamos refletir, vem sendo descartada por pessoas reais, pelas próprias mulheres. Que nos momentos mais críticos, esquecem que existe vida além da institucionalidade. O caso Mulher x Institucionalização feminista é mais grave do que os maus tratos e o descaso nas DEAMs, Abrigos e Centros de Referência (falo mesmo do Maria do Pará – Belém), ainda há a problemática falta de conhecimento de todos e todas pela causa. Estamos vivenciando um maldito revés, onde a mulher que sofre violência é, antes de tudo criminalizada, além de vivenciar estupro, tem de passar por traumas quando procura ajuda, tanto quando vai denunciar procurando seus direitos, quanto quando procura sua rede de contatos in_formais (amigas, familiares e tal, e tal...). É nesse momento que se estabelece um diabo de caos. Na vida prática, maninha, a Escolástica é uma vasilha de nada com nada dentro. E eu sei bem de onde é que vem tudo isso.
Entre as Torres e o Aleixo - Porém, o medo do “assistencialismo” ainda parece rondar a prática de muitos movimentos e mulheres feministas. Para estes, o essencial ainda é esclarecer as mulheres quanto a sua opressão, depois disso “tá tudo resolvido.” Porém, acredita-se aqui que as duas vias são importantes, afinal, garantir a dignidade das mulheres não é lutar pela igualdade? Não é ser feminista?
No Lago – É sim, mas dá pra socorrer a pessoa que tá em situação de alto risco, de preferência antes que ela morra? Dá pra acreditar em transgressões, sejam elas individuais ou coletivas, que não venham acompanhadas de alguma ternura?
Entre as Torres e o Aleixo - Por isso, precisamos estar unidas sempre, manter uma rede de mulheres aptas a ajudar umas as outras. As políticas públicas e tudo o que foi institucionalizado para dar cabo da violência é importante, executa ações, mas pode falhar. Ou nem mesmo isso. Por ser aparato do Estado muitas vezes não dispõe de companhia, ombro, colo, que é o que uma companheira pode dar à outra, quando se passa por situações que nós mulheres sabemos o quanto são difíceis. Caso o sistema falhe, onde estarão as companheiras para estender a mão?
No Lago – Era justamente aí que eu queria chegar, Aleixo, aliás até te agradeço o apoio que você nos deu. Y en nombre de este amor, que eu costumo confundir amor e solidariedade nessas horas (tenha paciência comigo, sou artista), saiba que aos 40 minutos do segundo tempo, quem me ofereceu a mão foram duas comparsas de minha escola de Direito feminino, Ediane Jorge (que segurou minha filha pra eu poder entrar no hospital) e Jureuda Guerra que, já no domingo estava de plantão lá??? (e olha que a história todinha começou desde a segunda feira). Viu, existe vida, existem seres humanos em sofrimento para além de toda a institucionalidade. Ora veja só você, se tem lá alguma graça, a gente querer revolucionar anos e anos de machismo-cristão-ditadura política sem se envolver pessoalmente com as causas, então agora o papel é só do Estado, ah, que se foda esse mundo burocrata eu quero é ter confiança na companheirada toda!
Entre as Torres e o Aleixo - Ao que parece, precisamos de uma espécie de “SOS- Mulher em rede”, formado por mulheres prontas para ajudar as outras, independente da existência de delegacias ou quaisquer centros. As discriminações que sofremos quando passamos por situações de violência nenhuma lei ou política consegue fazer acabar. São essas discriminações/ preconceitos que nos impedem, por exemplo, de ir à delegacia fazer ocorrência, mesmo quando ela existe (e que bom que ela existe!). Sempre vejo nos cartazes que “o feminismo é a idéia radical de que as mulheres são gente.” Vamos colocá-la em prática!
No Lago – Agora você falou & disse uma fala bem bonita, mas eu não vou te deixar encerrar a conversa assim não. Por falar em “prática’” Baby, vamos repensar a prática do nosso olhar, é que vivemos o inferno dum olhar alheio que traz a imutabilidade e a perda de liberdade do existir e, consequente-mente, do ser (!!!) há muitos olhares sobre a Amazônia. Há muitos olhares sobre a mulher amazônida, como se esta fosse incapaz de expressar ou compreender seus sentimentos y ninguém discute a inter_ferência branca(e ponha ferência nisso!) na nossa cultura cotidiana, isso vai dar mangas nos nossos panos, aviso: aqui onde o modelo de “progresso” implantado com a colonização branca até hoje trai a confiança de meninos e meninas, ofende e humilha a honra de homens e mulheres.
Escuta aqui, somos campeões brasileiros no ranking da violação de direitos humanos, as pessoas precisam parar de fingir que com as políticas públicas já está tudo bem, aqui em Belém, nessa uma cidade – cortina cenográfica localizada em frente ao rio-mar, de banda pra favelização das comunidades rurais e ribeirinhas e cada vez mais distante das matas onde vivem os deuses da natureza que deveriam nos proteger (canta pra chamar teus ancestrais, gatinha, e ouve, eles vão te dar a maior pressão).
Então, minha nêga se este tal de povo que pensa que tudo é política não começar a pensar que existe cultura, e que quando se fala em cultura não dá pra pensar em bom e mau, certo e errado, ou feio e bonito, nunca vamos poder contar com nadica de nada. A luta corre o risco de andar sempre pra trás mesmo. Bora adicionar coisas às coisas todas, pra mexer, pra balançar e ler cartazes dizendo “O feminismo amazônida é a idéia radical de que as icamiabas são gente, porra!!”
Entre as Torres e o Aleixo – É assim que se fala, maninha!
*Mariah Aleixo é estudante de Direito e militante da MMM/PA e Isabela do Lago é Artista, Cineclubista e Feminista, claro.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Afegã presa por ter sido estuprada obtém perdão judicial.

Penúltimo sábado de Formação da MMM (Módulo I)
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Dia Internacional de Luta Contra a Violência à Mulher
terça-feira, 22 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
SÁBADO: reunião e formação!!!
# Lembram também que marcamos reunião para o mesmo dia devido às nossas agendas?
# Pois então, aguardamos todas no próximo sábado, a partir das 14h (14h mesmo!)!!!
# Onde? Lá no Sindicato dos Bancários (Rua 28 de setembro, 1210 - pertinho da Doca)
- No próximo post colocaremos a pauta da reunião e os detalhes da formação.
domingo, 6 de novembro de 2011
Oficina de Movimentos Sociais e o Recurso ao Direito Penal!
Quando?
Dia 22/11 (às 17h).
Onde?
Auditório Ary Brandão ( Bloco LP-altos).
Quanto?
Não paga nada, inscrições gratuitas no dia.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Queremos desejar boa viagem à marchante Bianca Maués que irá representar o Pará na reunião de coordenação nacional da Marcha Mundial das Mulheres em São Paulo.
Boa viagem, bons estudos, debates e muita responsabilidade no planejamento!
Aproveitamos também para saudar todas as militantes da MMM que estarão presente no encontro!!!
Recado aos navegantes:
Continuaremos a seguir em Marcha até que todas sejamos Livres.
Sábado terá formação? Terá sim senhoras!
♫Pra mudar a sociedade do jeito que a gente quer, participando sem medo de ser mulher♫
No próximo sábado, 5 de novembro, das 9h às 12h, realizaremos o 6º sábado de Formação Feminista da MMM lá no Sindicato dos Bancários do Pará (Rua 28 de setembro, 1210, bem pertinho da Doca). Já que o acesso ao Blog está cada vez mais diversificado, para situá-los, escrevemos de Belém do Pará.
Tema: Reforma Política e a Participação das Mulheres.
Por que o tema?
Precisamos discutir o por quê de mais mulheres nos poderes representar mais democracia!
Já fez sua inscrição?
Tá aqui o link http://mulheresemmarcha.blogspot.com/2011/08/ficha-de-inscricao-da-formacao-mmmpa.html
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Financiamento colaborativo, contribuir para fortalecer!

Companheiras,
muitas nos escreveram pedindo mais informações sobre o financiamento colaborativo para garantir a participação do Brasil no Encontro Internacional da MMM.
Aqui vão algumas respostas que nos ajudam a dialogar com parceiras/os que podem contribuir com doações.
1. Esse site é confiável? - O “Catarse” é um site que apresenta projetos criativos para serem financiados através da internet. É a primeira plataforma deste tipo no Brasil, é um site seguro e existe um processo de seleção dos projetos. Por isso, os projetos do Catarse são coletivos, devem ter algum produto criativo e que possa ser compartilhado com quem doou e pela internet. A proposta de oferecer recompensas para as pessoas que financiam os projetos serve tanto para estimular a colaboração, como para compartilhar os resultados do projeto. Alguns exemplos de projetos que passaram pelo Catarse: revista OCAS, projetos da Casa de Cultura Digital, Catraca Livre, peças de teatro, entre outros.
2. Como doar? É seguro?- As pessoas ou entidades podem doar a partir de seu perfil em redes sociais como twitter, orkut, facebook, e-mail do yahoo ou do google. Uma dica para as companheiras que não tenham perfil nestas redes sociais é que recolham o dinheiro e façam uma única doação a partir de uma companheira que tenha. As doações podem ser identificadas ou anonimas. As doações podem ser feitas via cartão de crédito, boleto bancário ou débito em conta corrente. O pagamento é através do MoIP – um site de pagamento seguro pela internet.
3. E se não alcançar o valor total? - Os projetos tem um prazo para a doação. Caso o valor total não seja alcançado neste prazo, todas as pessoas que doaram recebem de volta sua doação. Assim, os projetos só recebem o financiamento se alcançarem o total do valor indicado dentro do prazo.
Nós ainda precisamos de mais da metade do valor, e temos apenas 8 dias.
[...]
O link direto para nosso projeto é esse aqui ---> http://catarse.me/pt/projects/366-feminismo-no-mundo
Saudações feministas
Marcha Mundial das Mulheres
domingo, 9 de outubro de 2011
Consumo e sexismo no dia das crianças

sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Carta de apoio a SPM pela suspensão da propaganda da HOPE
Carta de apoio a SPM
Nós, da Marcha Mundial das Mulheres, expressamos nosso apoio à Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SPM), especialmente à Ministra Iriny Lopes, pela posição firme, destemida e comprometida com a construção da igualdade entre homens e mulheres.
A contestação e pedido de suspensão junto ao CONAR da propaganda da Hope foi uma medida assertiva por parte desta Secretaria. A construção da SPM e SEPPIR, ainda no governo Lula, afirmou o avanço na compreensão de que o combate às desigualdades de gênero e raça é obrigação do Estado.
A SPM tem se destacado na construção de políticas de igualdade desde o enfrentamento à violência contra a mulher e, neste momento, aponta como prioridade a construção de autonomia econômica e pessoal das mulheres. De nada adianta construir políticas de igualdade de um lado e não atuar para que alterar os mecanismos que mantém e reproduzem a desigualdade na sociedade. Portanto, é parte das políticas de igualdade atuar para que os estereótipos e preconceitos não sejam reproduzidos.

A propaganda em questão reforça um estereótipo discriminatório com relação as mulheres: reproduz a idéia da mulher consumidora exacerbada e irresponsável, quando, na realidade, estudos demonstram que as mulheres aplicam o dinheiro com mais responsabilidade. Não é a toa que o próprio governo usou este dado como critério para o programa Bolsa Família, em que as mulheres compõem a grande maioria de titulares.
Esta propaganda difunde o mito de que os homens são os únicos provedores e que toda mulher tem um provedor ao seu lado arcando com as despesas. Reproduz, assim, um modelo que não condiz com a realidade brasileira, já que cerca de 35% das famílias são chefiadas por mulheres, sem contar as que compartilham as despesas, mesmo com todas as desigualdades ainda existente no mundo do trabalho.
Além disso, a propaganda é preconceituosa ao insistir no jargão de que as não sabem dirigir, sendo que hoje os seguros de carros são mais baratos para as mulheres, baseado no fato de que as mulheres se envolvem em menos acidentes no trânsito. Por fim, a propaganda é pouco criativa ao reproduzir e incentivar a idéia de mulher objeto, incapaz de ter outras soluções para enfrentar os problemas cotidianos.
Repudiamos a grande imprensa, burguesa e medíocre, pois toda vez que os conteúdos preconceituosos e as injustiças propagandeadas são questionados, eles tentam fazer crer que se está impedindo a liberdade de expressão.
Seguimos em luta todos os dias, contra todas as tentativas de transformar as mulheres em mercadoria!
Toda a nossa solidariedade a Secretaria Políticas para as Mulheres!
Marcha Mundial das Mulheres








